GRUPOS DE FAMÍLIA

O que é um grupo de família?

Grupo de família é um grupo de três ou mais famílias, unidas pela amizade, vizinhança e fé a procura de um ideal comum diante de seus problemas. No grupo de família as pessoas se conhecem, se amam, se ajudam e crescem, porque ali procuram sempre viver o que é essencial do ser cristão: a fé, o amor e a união. As pessoas se sentem Igreja, um comunidade cristã. No grupo de famílias sentimo-nos perto de Deus e dos irmãos.

A Igreja insiste em grupos de família porque o próprio Deus é comunidade, isto é comum união entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo. E ao nos criar, Deus nos fez à sua imagem e semelhança, portanto se Deus vive em comunidade e nós somos criaturas semelhantes a Deus precisamos também buscar viver em comum união. A compreensão profunda dessa fraternidade não se consegue simplesmente indo à missa dominical, mas pressupõe ainda um envolvimento e comprometimento maior com aqueles que vivem ao nosso redor, os vizinhos. Precisamos viver e conviver uns com os outros, e isso só se consegue em pequenos grupos. A igreja-comunidade se fortalece da união da igreja-doméstica.

A Igreja é feita de pequenas comunidades que se organizam em torno da comunidade maior. Por isso, a Igreja se organiza em Dioceses, paróquias, comunidades. Os grupos de família estão na base que sustenta a grande comunidade de fé: “onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles”. Significa, pois, que o grupo de família é a base da construção do Reino de Deus. Assim viviam os primeiros cristãos, em pequenas comunidades, perseverando na oração e na doutrina dos apóstolos, na fração do pão, na comunhão fraterna. Também Moisés na saída do Egito organizou o povo em pequenos grupos e desta forma caminharam, progressivamente, para a libertação. Também hoje os pequenos grupos unidos se apresentam como portadores de libertação, superação da violência, da fome, da miséria, da corrupção.

João Paulo II, por ocasião de sua primeira vinda ao Brasil em 1980, disse que a grande contribuição que a Igreja do Brasil está dando ao mundo são as grandes Comunidades Eclesiais de Base (CEB’s), das quais o começo é o grupo de família e que o Brasil está amadurecendo, diz o Papa, para tornar-se um modelo alternativo para a organização social, política, econômica e eclesial.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012


Boa Tarde

Caros Casais em Cristo
13/10 - ABERTURA DO ANO DA FÉ NA DIOCESE DE SANTOS -
Dom Jacyr Francisco Braido,Cs, Bispo Diocesano de Santos, convida para a missa festiva de Abertura do Ano da Fé, que será celebrada no dia 13 de outubro, às 9h na Catedral de Santos, com a presença do nosso clero e fieis de todas as paróquias.
O Ano da Fé está sendo proclamado pelo Papa Bento XVI e acontece de 11/10/2012 a Novembro de 2013 (Festa de Corpus Christi) e marca as celebrações dos 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II e os 20 anos da promulgação do Catecismo da Igreja Católica, do Papa João Paulo II..
No dia 13 tambem estaremos celebrando a festa de NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, PADROEIRA DA DIOCESE DE SANTOS.
Todos estão convidados!!!
15/10 - REUNIÃO DA COMISSÃO VIDA E FAMILIA AS 20HS NA CURIA
CASAIS REPRESENTANTES DA REGIÕES, CASAIS COORD. PAROQUIA DA PASTORAL FAMILIAR E AGENTE  E MOVIMENTOS


Inicia-se o Ano da Fé.

Publicado em 08/10/2012 por presentepravoce

Neste próximo dia 11 de Outubro a Igreja iniciará o Ano da Fé.



O Papa Bento XVI celebrará o 50º aniversário do Concílio Vaticano II, uma ruptura histórica em dois mil anos de cristianismo, e tentará dar um novo impulso à Igreja com o lançamento do Ano da Fé.

Para comemorar o Concílio inaugurado em 11 de outubro de 1962, o Papa convocou dois eventos: um sínodo de bispos sobre a “nova evangelização”, que será inaugurado no domingo, e a proclamação de um “Ano da Fé”.

Bento XVI insistiu na continuidade da Igreja pós-Concílio em harmonia com a tradição, insistindo que “a liturgia não pode ser modificada apenas pela comunidade ou especialistas e sim deve ser fiel às formas da Igreja universal”.

Segundo os estudiosos, para o Papa alemão, o Concílio Vaticano II sofreu inúmeros desvios e não deu todos os frutos que deveria, mas continua sendo para a Igreja Católica o principal acontecimento das últimas décadas.

O 21º Concílio da história católica permitiu a abertura de uma instituição imóvel em relação às realidades do mundo e permitiu um “aggiornamento” (“modernização”) sem precedentes da Igreja, segundo o termo escolhido pela pessoa que o convocou, João XXIII.Dirigido pelo chamado “Papa Bom” e depois por Paulo VI, o Concílio trouxe consigo várias mudanças, entre elas a missa em idiomas vernáculos, a liberdade religiosa, a colaboração com outros credos cristãos e o respeito absoluto de outras religiões.

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